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UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
Filosofia (31002013031P7)
A HISTÓRIA QUE A HISTÓRIA NÃO CONTA: O CARNAVAL CARIOCA COMO UM MOVIMENTO FILOSÓFICO E POLÍTICO
ALERSON DE SOUZA GODOY
DISSERTAÇÃO
31/07/2023

Este trabalho visa investigar o desfile de 2019 do GRES Estação Primeira de Mangueira dentro de uma perspectiva política e filosófica decolonial, buscando analisar a possibilidade de tomar o Carnaval como uma expressão da cultura popular brasileira de resistência com relação aos modos de dominação vigentes. Tendo em vista que é um movimento que surge dos oprimidos e se mantém como um lugar de fala e reivindicação das classes dominadas, o carnaval é uma das chaves de compreensão da complexidade filosófica dos povos afro-diaspóricos no Rio de Janeiro. Embora em seu percurso histórico tenha sofrido uma apropriação pela sociedade capitalista, sendo transformado, em certa medida, em produto da indústria cultural, o samba mantém o seu aspecto revolucionário. Propõe-se evidenciar esses aspectos por meio da resistência cultural, tendo como objeto principal de investigação a realização do imperativo benjaminiano do “escovar a história a contrapelo” no desfile do GRES Estação Primeira de Mangueira em 2019 e através do projeto estético de Leandro Vieira, carnavalesco da agremiação naquele ano. Esse desfile possibilitou o surgimento de diversas imagens dialéticas que nos fornecem instrumentos para a resistência ao sistema colonial dominante. Esse exercício teórico será pautado nas teses filosóficas de Walter Benjamin, Didi-Huberman, abordando possibilidades de relações com outros pensadores e com o mencionado desfile.

Filosofia Brasileira, Decolonialidade, Carnaval, Mangueira Decolonialidade, Imagens dialéticas.
Esta investigación tiene como objetivo examinar el desfile de GRES Estação Primeira de Mangueira de 2019 en una perspectiva política y filosófica decolonial, buscando analizar la posibilidad de tomar el carnaval como una expresión de la cultura popular brasileña de resistencia en relación a los modos de dominación predominantes. Por ser un movimiento que surge de los oprimidos y se mantiene como lugar de discurso y reivindicación de las clases dominadas, el Carnaval es una de las claves para comprender la complejidad filosófica de los pueblos afrodiaspóricos de Río de Janeiro. Aun cuando en su ruta histórico ha sufrido apropiación por parte de la sociedad capitalista, transformándose, hasta in cierto punto, en un producto de la industria cultural, el samba mantiene su aspecto revolucionario. Se propone a resaltar estos aspectos por medio de la resistencia cultural, teniendo como principal objeto de investigación la realización del imperativo benjaminiano de “rozar la historia a contrapelo” en el desfile GRES Estação Primeira de Mangueira en 2019 y a lo largo del proyecto estético del carnavalesco Leandro Vieira, en el mismo año. El desarrollo de este desfile permitió el surgimiento de una variedad de símbolos y signos dialécticos que ofrecieron instrumentos de resistencia al sistema colonial. Este ejercicio teórico se basará en las tesis filosóficas de Walter Benjamin, Didi Huberman, abordando posibilidades de relación con otros pensadores y con el mencionado desfile.
Filosofía Brasileña, Mangueira, Carnaval, Decolonialidad, Imágenes dialécticas.
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PORTUGUES
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
O trabalho possui divulgação autorizada
Dissertao_de_mestrado_Alerson_Godoy_-_UFRRJ.pdf

Contexto

FILOSOFIA
SUBJETIVIDADE, ÉTICA E POLÍTICA
Benjamin Péret e o Brasil: tensionamentos entre estética, antropologia e política

Banca Examinadora

PEDRO HUSSAK VAN VELTHEN RAMOS
DOCENTE - PERMANENTE
Sim
Nome Categoria
PEDRO HUSSAK VAN VELTHEN RAMOS Docente - PERMANENTE
MARCELO GUSTAVO LIMA DE CAMPOS Participante Externo
MICHELLE BOBSIN DUARTE Pós-Doc

Vínculo

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Sim
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