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Dados do Trabalhos de Conclusão

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
ENGENHARIA URBANA (40004015027P8)
Educação Presencial
Avaliação de Capacidade de Carga de Estacas Escavadas com Trado Mecânico, Sem Fluído Estabilizante, na Cidade de Maringá/PR
JORGE LUIS AUGUSTO ALMADA
DISSERTAÇÃO
14/03/2016

Na cidade de Maringá, nas obras de pequeno a médio porte é comum a utilização de fundações do tipo estacas escavadas de pequeno diâmetro sem fluido estabilizante executadas na camada superficial de solo argilo-siltoso, laterítico. Este trabalho tem como objetivo avaliar a capacidade de carga de oito estacas do tipo escavada com diâmetro nominal de 25 cm e comprimentos de 4,0 m, 6,0 m, 8,1 m, 11,4 m e 11,6 m, executadas no Campo Experimental de Geotecnia da Universidade Estadual de Maringá, em solo argiloso siltoso típico da região. Foram realizadas provas de carga estática à compressão axial, salvo algumas exceções, conduzidas em conformidade com a norma NBR 12.131/2006, possibilitando a obtenção das respectivas curvas carga-recalque do conjunto solo-estaca, bem como da carga de ruptura de ensaio. As cargas de ruptura das estacas de ensaio foram também estimadas não só pelos métodos semi-empírico: Aoki e Velloso (1975) com os coeficientes de Monteiro, Décourt-Quaresma (1978) com as devidas modificações, e Ranzini (2000), modificado por Peixoto (2001), mas também pelo método Empírico Regional. De maneira geral os métodos semi-empíricos e empírico de uso corrente na determinação da capacidade de carga têm-se mostrado conservadores, quando comparados com os valores obtidos experimentalmente nos ensaios de prova de carga, com exceção do método de Ranzini (2000), modificado por Peixoto (2001), no caso de estaca com fuste parcialmente embutido na camada de solo residual. A carga de ruptura medida por metro de fuste, segundo os resultados obtidos nas oito provas de carga, apresenta-se crescente com o comprimento do fuste, sendo no caso da carga de ruptura determinada pelo método de Van der Veen (1953), modificado por Aoki (1976), de 31,5 kN/m para a estaca de 4 m até 40,3 kN/m para estaca de 11,4 m a 11,6 m. No caso da carga de ruptura determinada pelo método da NBR 6122/2010, com a curva ajustada de Van der Veen (1953), modificada por Aoki (1976), a carga de ruptura média por metro de fuste tem variado de 27,8 kN/m para estaca de 4 m até 38,6 kN/m para estaca de 11,4 m a 11,6 m de fuste.

estaca escavada;carga de ruptura;capacidade de carga.
In the city of Maringa - PR, small to medium size constructions use small diameter bored piles executed without drilling fluid, in superficial lateritic and collapsible clay soil layers. This paper aims to evaluate the load capacity of eight bored piles with 25 cm diameter and 4.0 m, 6.0 m, 8.1 m, 11.4 m and 11.6 m length performed in a typical silty clay soil of the State University of Maringá (UEM) experimental field. Static load tests were carried out according to the NBR 12.131/2006 Brazilian Code to assess the soil-pile set load-settlement curves as well as the failure load. The tests failure loads were estimated using the semi-empirical methods of Aoki and Velloso (1975), with Monteiro coefficients, Décourt-Quaresma (1978), after modifications, and Ranzini (2000), modified by Peixoto (2001), as well as a regional empirical method. The empirical and semi-empirical methods normally used in current practice to evaluate the loading capacity of piles has shown to be conservative when compared to static load tests, with the exception of Ranzini (2000) method, modified by Peixoto (2001), for piles partially embedded in residual soils. The failure load per meter, according to the results of the eight static load tests, increases with depth. The values obtained with the Van der Veen method (1953), modified by Aoki (1976), are 31.5 kN/m for a 4m long pile and 40.3 kN/m for a 11.4 m to 11.6 m long pile. The failure loads per meter, according to the results obtained using the Brazilian Code NBR 6122/2010, with loadsettlement curve adjusted by Van der Veen (1953) method modified by Aoki (1976), are 27.8 kN/m for a 4m long pile and 38.6 kN/m for a 11.4 m to 11.6 m long pile.
bored piles;failure load, load capacity
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130
PORTUGUES
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
O trabalho possui divulgação autorizada
JorgeAlmada.pdf

Contexto

INFRA-ESTRUTURA E SISTEMAS URBANOS
INFRA-ESTRUTURA E TECNOLOGIA URBANA
ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS DE MEMBRANA EM CONCRETO ESTRUTURAL

Banca Examinadora

RAFAEL ALVES DE SOUZA
DOCENTE - PERMANENTE
Não
Nome Categoria
RAQUEL SOUZA TEIXEIRA Participante Externo
JULIANA AZOIA LUKIANTCHUKI Participante Externo
ANTONIO BELINCANTA Participante Externo

Financiadores

Financiador - Programa Fomento Número de Meses
FUND COORD DE APERFEICOAMENTO DE PESSOAL DE NIVEL SUP - Programa de Demanda Social 3

Vínculo

CLT
Instituição de Ensino e Pesquisa
Ensino e Pesquisa
Sim
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